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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

As Melhores Leitoras do 1º período foram:


Leitora do 2º Ciclo
(
Inês Santos do 6ºA)
 
Leitora do 3º Ciclo
(
Daniela Paiva do 7ºB)
Leitora do secundário
(
Patrícia Vaz do 10ºA)















Durante o mês de Janeiro foi-lhes oferecido um livro.
Parabéns a todos os participantes.

Participa nesta atividade e poderás ser apurado(a) o(a) Melhor(a) Leitor(a) do 2º período.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Salada de Flores

Salada de Flores
Uma horta ecológica onde não há lugar para adubos químicos, uma piscina em que a limpeza da água não depende do cloro, e uma casa de argila e de palha, com um jardim no telhado, são o cenário ideal para a aventura da Sara, da Maria, da Carolina e do Rodrigo, quatro amigos de palmo e meio que partem à ...

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Dia de São Martinho (11 de Novembro)


A Última Castanha (Por António Torrado | Cristina Malaquias)


Era uma castanha que estava como as outras, pendurada de um castanheiro. 

Chegando o tempo, as castanhas amadurecem e caem por si. Só que esta não caiu. 
- Estou bem onde estou e não quero aventuras - dizia. 
Uma a uma, as outras dos ramos iam caindo e rebolando pelo chão, protegidas pelo cobertor ouriçado que as cobria até ao nariz. Nariz é modo de dizer? 
Vinham os garotos, estalavam-lhe os ouriços e metiam-nos nos bolsos. A tímida e teimosa castanha desta história a tudo assistia do seu mirante e não gostava. 
- A mim não me levam eles - dizia. 
Era a única que sobrava em todo o castanheiro. As folhas a fugirem da árvore, sopradas pelo vento, e ela a afincar-se ao ramo, com unhas e dentes. Unhas e dentes é um modo de dizer? 
Sozinha, desabrigada, não estava feliz. Nem infeliz. Sentia até uma ponta de orgulho por ter conseguido resistir tanto tempo. Um sabor de vitória que a ouriçou toda. 
- Ai que vou cair - gritou. 
Mas, no último instante, conseguiu agarrar-se. Ainda não era daquela. 
Entardecia. Um grupo de gente acendera uma fogueira, junto ao castanheiro. Os garotos, que tinham andado às castanhas, e os pais dos garotos e os amigos dos garotos riam e cantavam. Estavam a preparar o magusto da noite de São Martinho. 
A castanha solitária, no alto do castanheiro nu, estranhou a vizinhança. E intrigou-se. Que estaria a passar-se. 
Debruçou-se do ramo mais e mais. A madeira a arder estalava, mesmo por baixo da castanha, a última. O fumo entontecia-a. E se fosse ver de perto o que se passava? 
Foi. Caiu. E a história acaba aqui. Paciência. É o destino das castanhas. Destino é um modo de dizer?

Fonte: http://www.historiadodia.pt/pt/index.aspx 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Receção aos 1º e 5º anos


No dia 14 de Setembro de 2012 o Agrupamento de Escolas de Escariz recebeu os alunos do 1º e 5º ano para mais um ano letivo.
Nas bibliotecas exploraram o tema aglutinador "Água" com o livro a "A menina gotinha de água" de Papiniano Carlos.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Em tempo de balanço…


No âmbito das práticas pedagógicas, complementares e de consolidação de conhecimentos, as bibliotecas do nosso agrupamento, encontram-se na fase de balanço do trabalho desenvolvido, ao longo do ano, e na plataforma de lançamento do próximo ano letivo.
Assim procuramos identificar as áreas de sucesso e aqueles que apresentam resultados menores e requerem maior investimento, e até possíveis inflexões das dinâmicas iniciais.
Neste âmbito as reflexões da equipa da BEE registam como pontos fortes:
  • O apoio ao desenvolvimento curricular
  • A articulação curricular da BEE com as diferentes estruturas curriculares, docentes e discentes
  • Contribui para o desenvolvimento da literacia e informação, no âmbito da leitura e literacia
  • Projetos, parcerias e atividades livres e de abertura à comunidade
  • Apoio às atividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular
  • Gestão de recursos, metodologias e práticas
Os pontos menos conseguidos situam-se nas limitações do número de colaboradores, falta de assistentes operacionais a tempo inteiro, indispensáveis à dinâmica destes espaços. A falta de operacionalização de algumas directrizes e parcerias de trabalho.
A nossa reflexão procurou ser assim um instrumento para reajustar e promover a melhoria da qualidade dos resultados obtidos. Por isso, foram objeto de análise da equipa, nesta fase final do ano. Esta reflexão visou identificar sucessos e fracassos, procurando dar uma visão holística do funcionamento da BEE.
Assumir-se como um instrumento de recolha e difusão de resultados a serem apresentados junto dos órgãos de gestão e decisão pedagógica.
Resta-nos ainda espaço e esperança para continuar e melhorar o nosso contributo e intervenção educativa deste espaço nas expectativas do próximo ano.
Ao fazermos este texto, o que mais nos motivou não foi elogiar os espaços em si, foi também mostrar que as bibliotecas não são só, um simples espaço onde se pode passar o tempo livre. Elas são lugares com grande responsabilidade e por isso queremos deixar aqui a nossa opinião de que no fundo, as nossas bibliotecas não têm de tomar iniciativas bonitas e que à vista de “interessados”, lhes interesse, elas têm como função cativar os supostos “não interessados”; desenvolvendo-lhes o muito que há para aprender. Só assim serão pessoas mais curiosas e cultas, com mais capacidade de enfrentar os diversos dilemas que a nossa sociedade e o nosso planeta nos vão trazer no futuro, futuro esse, em que estes estudantes viverão.
De todos, para todos!
Boas férias e um até breve,

PS: Ah! Já agora, não esqueçam o lema: “ Um livro, um amigo.”

quinta-feira, 26 de abril de 2012

As Bibliotecas em ação ...


Dia Mundial do Livro
Mercado Local
No nosso agrupamento as bibliotecas escolares constituem vertentes imprescindíveis ao nosso projeto pedagógico. Proporcionam informação e ideias fundamentais ao sucesso das metodologias, desenvolvendo nos alunos competências para a aprendizagem ao longo da vida.
Momentos de Leitura
Desta forma a equipa desdobra-se em atitudes e dinâmicas que permitam contribuir para o cumprimento das metas e objetivos de aprendizagem do agrupamento, promovendo através do seu plano de ação, a aquisição e organização de documentos em suportes variados, tendo como objetivo aumentar e diversificar os ambientes de aprendizagem.
Procuramos assim proporcionar um vasto leque de recursos, incluindo meios digitais e eletrónicos de acesso a dados que promovam em cada aluno a consciência da nossa própria herança cultural e uma base para a compreensão da diversidade e multiculturalidade.
Desta forma se implementam as diferentes funções inerentes ao serviço educativo das bibliotecas, diversificado e, em muitas situações complementar: informativa, educativa, cultural e recreativa.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Animação na BEE

Uma Aventura no Vale Feliz

A BEE em dupla ação, a animação de espaços e a promoção da leitura, como vetor principal da aprendizagem. Assim, o mês de Abril centrou-se em particular
, na criatividade e construção de projetos ligados à leitura: “Uma Aventura no Vale Feliz” e a “Lagartinha muito Comilona”. No âmbito da leitura recordou-se  ainda o existencialismo poético de Antero de Quental.  Este último inserido na comemoração do 170º aniversário.
O público infantil juvenil e adulto puderam usufruir de temáticas consonânticas com os diferentes estados de espírito. Dois mundos, duas realidades que caminham lado a lado, juntos num mesmo percurso: a aprendizagem em construção.
Antero de Quental
Lagartinha muito Comilona


sexta-feira, 23 de março de 2012

Semana do Conhecimento


“A Bela Adormecida” por José António Rocha
Semana do Conhecimento decorreu entre 19 e 23 de Março de 2012 e teve como objetivo integrar atividades e dinâmicas do agrupamento, promovendo o intercâmbio de experiências, conhecimentos e articulações das principais metas do projeto educativo.
“A Bela Adormecida” por José António Rocha
 No setor da BEE mais uma vez se priveligiou o livro, os autores... José António Rocha e  Gizela Silva, e os hábitos de leitura, apresentando diferentes momentos e oportunidades de acesso à informação dentro e fora da sala de aula, valorizando e motivando as equipas pedagógicas para as atividades artisticas e literárias.
Encontro com Isabel Silvestre e musicólogo Alexandrino.
 Esta semana serviu também para divulgar a produção literária local, estimulando a criatividade para a produção textual, despertar o interesse pelas artes, culturas e tradições locais... Isabel Silvestre e o musicólogo Alexandrino .
 Neste ápice de síntese, o projeto da Semana do Conhecimento afirmou-se como um elo de grande visibilidade para o agrupamento que alertou a consciência, estimulou a cultura e o prazer da leitura, contribuindo para o desenvolvimento da educação de todos os participantes ativos, da nossa comunidade educativa.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Divulgação de autores

Marta Guerreiro e da sua obra “Mil e uma Cores”

Uma figura, uma obra, uma mensagem são flashes momentâneos por vezes marcantes e inesquecíveis. É neste contexto que a BEE pretende divulgar e sensibilizar toda a comunidade educativa para a importância dos novos autores, distinguindo o caso especial de Marta Guerreiro e da sua obra “Mil e uma Cores”. Abrir este livro, folhear levemente o seu deslizar das folhas é uma brisa de criatividade, de aceitação da diferença e relembrar a inspiração pessoana.
Veja aqui a entrevista.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Caos poético

Poesia é sonhar, voar, espalhar magia, na sala, no jardim, na entrada, nos wc´s. Poesia é sentimento, imagens de mil cores e significados, numa amálgama de linguagens e combinação de sentidos. Foi através dela que nós procuramos deambular no contexto da comemoração do mês mundial da Bibliotecas Escolares, de 24  a 28 de Outubro, através do Caos Poético.

"A bela adormecida olhares literários sobre Arouca"

Arouca cantinho de tradições, de memórias, por tempos passados, presentes e com os olhares velando o futuro. Foi nesta temática que o nosso agrupamento, através de alunos do 3º ciclo, participou na abordagem da obra, A Bela Adormecida, um olhar literário sobre Arouca. O livro é uma antologia de textos sobre Arouca, foi editado por José António Rocha que ofereceu um exemplar do livro, a cada aluno do 3º ciclo e secundário do concelho de Arouca e respetivos professores de Língua Portuguesa, tendo ainda presenteado as bibliotecas escolares com alguns exemplares. A primeira abordagem documental nasceu com a preparação da nossa participação, a convite da Câmara Municipal de Arouca na sessão de apresentação pública da referida obra. Mergulhando no conteúdo sugerido a nossa intervenção consistiu no reviver e recriar, uma página da história medieval do nossso concelho; por entre ruelas estreitas, voando pelo universo da descoberta de momentos passados.