Era uma vez um castelo. Era uma vez uma família de condes com uma filha que odiava formigas. Era uma vez uma família de formigas que habitavam o castelo e que foram mortas às dúzias, para calar a menina que as odiava. Então...
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
O Santo Guloso
Era uma vez um castelo. Era uma vez uma família de condes com uma filha que odiava formigas. Era uma vez uma família de formigas que habitavam o castelo e que foram mortas às dúzias, para calar a menina que as odiava. Então...
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
Dia da Restauração da Independência
Como deves saber, no dia 1 de Dezembro comemora-se o Dia da Restauração da Independência.
Em 1578, D. Sebastião morreu na batalha de Alcácer-Quibir, no norte de África. Portugal ficou, assim, sem rei, pois D. Sebastião era muito novo e ainda não tinha filhos, não havia herdeiros directos para a coroa portuguesa.
Assim, quem subiu ao trono foi o Cardeal D. Henrique, que era tio-avô de D. Sebastião.
Mas atenção: estas coisas nunca são simples, houve muitos pretendentes e isto deu muita confusão...
Em 1580, nas Cortes de Tomar, Filipe II, rei de Espanha, foi escolhido como o novo rei de Portugal. Esta escolha foi simples uma vez que Filipe II era ainda neto do rei português D. Manuel.
Durante 60 anos, viveu-se em Portugal um período que ficou conhecido na História como "Domínio Filipino".
Os portugueses acabaram por revoltar-se contra esta situação e, no dia 1 de Dezembro de 1640, puseram fim ao reinado do rei espanhol num golpe palaciano (um golpe só para derrubar o rei e o seu governo).
Filipe III abandonou o trono de Portugal e os portugueses escolheram D. João IV, duque de Bragança, como novo rei.
No dia 1 de Dezembro passou a ser comemorado todos os anos como o Dia da Restauração da Independência de Portugal, já que o trono voltou para um rei português.
Fonte: JUNIOR
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Dia de São Martinho (11 de Novembro)
A Última Castanha (Por António Torrado | Cristina Malaquias)
Era uma castanha que estava como as outras, pendurada de um castanheiro.
Chegando o tempo, as castanhas amadurecem e caem por si. Só que esta não caiu.
- Estou bem onde estou e não quero aventuras - dizia.
Uma a uma, as outras dos ramos iam caindo e rebolando pelo chão, protegidas pelo cobertor ouriçado que as cobria até ao nariz. Nariz é modo de dizer?
Vinham os garotos, estalavam-lhe os ouriços e metiam-nos nos bolsos. A tímida e teimosa castanha desta história a tudo assistia do seu mirante e não gostava.
- A mim não me levam eles - dizia.
Era a única que sobrava em todo o castanheiro. As folhas a fugirem da árvore, sopradas pelo vento, e ela a afincar-se ao ramo, com unhas e dentes. Unhas e dentes é um modo de dizer?
Sozinha, desabrigada, não estava feliz. Nem infeliz. Sentia até uma ponta de orgulho por ter conseguido resistir tanto tempo. Um sabor de vitória que a ouriçou toda.
- Ai que vou cair - gritou.
Mas, no último instante, conseguiu agarrar-se. Ainda não era daquela.
Entardecia. Um grupo de gente acendera uma fogueira, junto ao castanheiro. Os garotos, que tinham andado às castanhas, e os pais dos garotos e os amigos dos garotos riam e cantavam. Estavam a preparar o magusto da noite de São Martinho.
A castanha solitária, no alto do castanheiro nu, estranhou a vizinhança. E intrigou-se. Que estaria a passar-se.
Debruçou-se do ramo mais e mais. A madeira a arder estalava, mesmo por baixo da castanha, a última. O fumo entontecia-a. E se fosse ver de perto o que se passava?
Foi. Caiu. E a história acaba aqui. Paciência. É o destino das castanhas. Destino é um modo de dizer?
Fonte: http://www.historiadodia.pt/pt/index.aspx
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)





